A pergunta que um comprador ou locatário mais atento já faz hoje não é "esse condomínio tem carregador elétrico?", é "por que esse condomínio ainda não tem?". E essa segunda pergunta pesa mais contra o preço do que a primeira pesaria a favor.

De valorização para desvalorização relativa

Durante anos, carregador elétrico em condomínio foi tratado como amenidade, algo que soma ponto, mas cuja ausência não subtrai. Isso mudou. Com 1 em cada 5 carros vendidos hoje no Brasil sendo elétrico ou híbrido, deixar de oferecer essa infraestrutura não é mais neutro: é um sinal de que o condomínio não acompanhou a curva de adoção do mercado, e imóveis parecidos, um com carregador e outro sem, deixam de ser comparáveis da mesma forma.

O ponto central: não é que o carregador vá necessariamente elevar o preço do m², é que a ausência dele já é motivo de desconto na negociação, especialmente em disputa direta com um condomínio vizinho que já tem.

O que isso significa para quem decide (o síndico)

Condôminos comparam seu prédio com o vizinho o tempo todo, na segurança, no lazer, na manutenção. Infraestrutura para carro elétrico entrou nessa lista de comparação, e ficar de fora dela é decisão visível, não neutra.

O argumento que muda o jogo: isso não custa nada

Diferente de reforma de fachada ou de área de lazer, atualizar o condomínio nesse ponto não exige rateio, obra estrutural nem cota extra, a PowerUp arca com o investimento e instala em áreas comuns, sem exclusividade de vaga individual.

Ficar parado tem um custo: mesmo sem gastar nada

Não instalar não poupa dinheiro do condomínio, porque o investimento nunca sairia do caixa dele. O que se perde, ao adiar, é apenas posição relativa frente aos concorrentes diretos do bairro, e essa perda é silenciosa até aparecer na negociação de venda ou aluguel.

Guilherme Aquino Camargo
Guilherme Aquino CamargoSócio-Administrador da PowerUp