Um carregador elétrico bem instalado não é uma despesa do condomínio, é uma linha de receita nova, que hoje já existe em dezenas de condomínios pelo Brasil, sem que nenhum deles tenha pago um único real pela instalação.

Como o modelo de receita funciona, na prática

A PowerUp instala a estação de recarga por conta própria: equipamento, marcação da vaga, dispositivo inteligente de gestão do consumo e toda a infraestrutura elétrica necessária. O condomínio não desembolsa nada disso, não é preciso aprovar cota extra, nem mexer no fundo de reserva.

A energia consumida por quem carrega o carro é medida individualmente pelo dispositivo instalado, e o condomínio é ressarcido em 110% do valor da energia utilizada na estação. Ou seja: o condomínio recebe de volta mais do que gastou com aquela energia, a diferença é receita líquida, todo mês, de forma recorrente.

Na prática: não é o condomínio quem paga a conta de luz do carregador, é o morador que usa, via aplicativo, e ainda sobra um excedente de 10% para o caixa do condomínio.

Por que isso não é "economia de energia"

É comum confundir esse tipo de projeto com eficiência energética, trocar lâmpadas, revisar motores de elevador. Não é esse o caso aqui. Não existe redução de despesa: existe uma nova fonte de receita, criada do zero, sobre um recurso (a vaga de garagem) que já existe e normalmente não gera retorno financeiro algum.

O que isso muda na gestão do síndico

Uma receita recorrente, ainda que modesta, é argumento concreto em assembleia, seja para reduzir reajuste de taxa, seja para financiar pequenas melhorias sem precisar de rateio extra. E diferente de outras receitas alternativas (aluguel de espaço, publicidade), essa não exige negociação, contrato de terceiro ou risco de inadimplência: o processo de cobrança é automatizado pelo aplicativo.

O risco de não ter isso rodando

Cada mês sem o carregador instalado é um mês de receita que simplesmente não existiu, e que um condomínio vizinho pode já estar recebendo. Não há custo de oportunidade em avaliar a proposta; há custo real em adiar.

Guilherme Aquino Camargo
Guilherme Aquino CamargoSócio-Administrador da PowerUp